16/12/2009 
Saí do ar. E não gostei nem um pouco da experiência. Ainda por cima, dava inexistente cada vez que me procurava. Culpa de quem? Da tecnologia, oras. Que sem nenhum aviso prévio tirou esse blog do ar. Eu, pelo menos, quando fiquei fora avisei a todos.
Enfim, desceu ladeira abaixo a minha tese de que a vida corre melhor nos trilhos se você engatar o ponto morto.
Estressei. E estou correndo atrás do tempo – e não o perdido.
Almoço em meia-hora, preparo várias coisas no trabalho para os dias de feriado. E não ando me permitindo relaxar. Principalmente a cabeça. Meu ombro foi parar no queixo, tamanha a tensão.
Tomara que passe logo.
Afinal, tudo passa: tanto o bom quanto o ruim.
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07/12/2009 
Nunca fui consultada pelo Ibope, mas acho que fui abduzida por ele. O chip deve ter sido colocado naquele dia em que dormi com a janela aberta. Verdade mesmo. Não é brincadeira. Aos domingos assisto, religiosamente, ao Fantástico. Pode estar péssimo, mas vou até o fim.
Ontem não consegui e mudei de canal bem antes de Patrícia Poeta e Zeca Camargo se despedirem. Não dei conta. Passei pra Fazenda. E não é que hoje leio na internet que a audiência do Fantástico foi a mais baixa dos últimos anos?
A notícia me impressionou. Não pela Globo em si.
Estou intrigada até agora para saber como é que eles descobriram que troquei de canal?
Cada coisa…
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29/11/2009 
Andar com os dois pés no chão e a cabeça no lugar. Foi assim que aprendi (demos). Mas muitas vezes são tantos os caminhos disponíveis – ou não – que a cabeça se perde e os pés saem do chão.
Faz um tempo, curto aliás, que conheci o Teruo Yamada. Pessoa calma, de voz mansa, que joga as cartas do tarô. Foi ele que me apresentou o tarô.
Me deu conselhos, viu coisas que não conseguia enxergar.
E ajudou muito.
Na última vez que o encontrei veio a ideia e o convite.
Tudo topado, ele passa “abrir o jogo” aqui duas vezes na semana: às segundas, com um panorama dos dias úteis, e às sextas, para o fim de semana.
Tudo de bom.
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13/11/2009 
O que é dose dupla pra você? Um drink reforçado? Assistir a duas sessões seguidas de cinema? Ou o quê?
No meu caso, hoje, foi uma notícia que recebi. Que me deixou duplamente feliz, duplamente assustada, duplamente apaixonada e, acima de tudo, querendo viver o dobro do que está programado para mim.
Para que tanto? Simplesmente, para acompanhar de perto o que me foi reservado.
Acha pouco?
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04/11/2009 
Embora o nude seja a cor tendência da estação, o que se viu nas ruas de São Paulo hoje foi o vermelho tomate – maduro – ou pimentão, como preferirem. Os paulistanos enlouqueceram com o sol que brilhou nas praias, campo e cidade neste fim de semana.
Já reparou que no verão as gordinhas ficam super audaciosas?
E para completar o ciclo dos horrores estou fazendo a dieta do sopão. Aquela que a receita mistura nabo com salsão, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Passei o dia tomando essa delícia. Intercalando com banana e leite desnatado.
Mesmo assim ainda me soprou um fio de bom senso e fui assistir às palestras do Pense Moda.
E, para provar que existe mesmo a tal luz no fim do túnel, fui brindada com a modernidade de Cecilia Dean e o bom senso de Glória Kalil.
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26/10/2009 
Não sei porque tem algumas pessoas que são gays e não assumem o fato. Não tem mais essa de preconceito. E se tiver, eles – os preconceituosos – que devem ficar constrangidos, não é mesmo?
Tenho vários amigos gays – mais homens do que mulheres. E a maior parte não tem nenhum problema com o que vão pensar deles. Até nisso tenho sorte: só atraio gente legal.
E por falar em sorte, ando contando muito com ela. Até demais. Isso não é certo, mas é bom.
E quem disse que tudo que é bom é certo? E que tudo que é certo é bom?
Sei lá.
Eu não fui.
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19/10/2009 
Descobri nesse fim de semana que sou uma mulher moderna, antenada com o mundo. Vou comprovar isso aqui, agora. É simples. Desapeguei. Sou quase reciclável. Entenda: o que era para mim ontem, não vale mais nada hoje.
Estou falando do Haji. Rodrigo Lombardi. Até há um mês atrás achava ele o homem mais charmoso do planeta. Enjoei. Cansei. Troquei.
Assim como eu, imagino que outras tantas estão na mesma.
Nossa, deve ser muito difícil ser famoso.
Ou quase.
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13/10/2009 
Vou confessar uma coisa aqui: sou jeca. Mesmo. Hoje durante o dia, mais precisamente na hora do almoço, quando geralmente não consigo atender ao celular por conta do meu trabalho, vi na bina um monte de zeros. Traduzindo: uma ligação internacional.
Atendi, claro. Pois já sabia quem poderia ser. Discretamente levantei da minha mesa e fui para a janela que dá vista para um córrego do bairro do Limão. Posso afirmar, com convicção, que esta não é uma das mais belas vistas da cidade. O que importa é que, enquanto olhava para o transito caótico, falava com Hong Kong. Com um sinal perfeito, sem delay.
Mas o que valeu o meu dia foram as notícias que recebi de lá. Elas não poderiam ser melhores.
E me encheram de orgulho.
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06/10/2009 
Ando com bastante preguiça do tom intimista do Jornal Nacional. Não consigo nem olhar para a dupla só love Fátima Bernardes e William Bonner. Prefiro Christiane Pelajo e William Waack. Cada um na sua.
Já reparou que um não olha na cara do outro? Não devem se bicar muito bem. Sorte nossa.
Hoje tive um sentimento que não nutria havia tempos: de raiva.
Meu computador grande de casa pifou na quinta-feira. A empresa que me vendeu prometeu entregá-lo pronto só hoje, segunda.
Na sexta, passei horas tentando adaptar o wireless no meu laptop. Não sou boa nisso, e daí? Consegui.
Enfim, hoje entregaram o meu computador. Estava fora de casa, trabalhando. Aliás, fazendo o mesmo que o técnico deveria ter feito. E não me entregar o serviço com um amarfanhado de fios que não sei o quer fazer.
Me poupe. Ia falar de moda de rua, mas não vou mais.
Só amanhã, mesmo.
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25/09/2009 
Na minha opinião, existe um prazo de validade para as pessoas serem fofas. Gente grande não combina com muita meiguice. Mulher adulta que fala como criancinha é chata. Não tenho a menor paciência com isso.
Em contrapartida, também tenho horror daqueles que podemos comparar a um rolo compressor.
Os esnobes também estão fora de moda.
E o que dizer dos que têm resposta pra tudo?
Por essas e outras, que meus amigos são poucos.
E ótimos.
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